# Carrossel Instagram + Roteiro Reel — Caso 2 (Vitória) — Nulidade da Certidão de Dívida Ativa

**Mesma base do post LinkedIn já aprovado** (`post_linkedin_caso02_vitoria_cda_nula.md` / [[feedback_cristiano_post_modelo_linkedin_tributario]]). Produção em cascata — mesma pesquisa, só muda a camada de formatação por plataforma (§25.9).
**Processo:** 5007135-63.2024.4.02.5102 | TRF2, 5ª Vara Federal de Niterói | Julgado em novembro de 2025

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## CARROSSEL INSTAGRAM (8 slides)

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SLIDE 1 — GANCHO
A empresa não disse que não devia.
Não disse que já tinha pago.

O Judiciário cancelou a cobrança assim mesmo.

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SLIDE 2 — LINHA DO TEMPO
Julho de 2024 — Fisco executa a empresa
↓
A empresa se defende — não discute o valor
↓
Questiona o documento que sustenta a cobrança
↓
Novembro de 2025 — TRF2 julga a favor da empresa
Processo 5007135-63.2024.4.02.5102

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SLIDE 3 — O CONCEITO
Toda execução fiscal nasce de um documento:
a Certidão de Dívida Ativa.

Ele precisa mostrar o valor, como os juros e a multa
foram calculados, e a origem exata do débito —
com a lei que sustenta isso (art. 2º, §5º e §6º,
da Lei 6.830/80).

Quando falta algum desses itens, o documento
perde força. E a cobrança não pode seguir
naquela base (Súmula 393 do STJ).

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SLIDE 4 — POR QUE A EMPRESA VENCEU
A empresa leu a certidão recebida na citação,
linha por linha.

Comparou cada exigência da lei com o que
de fato estava escrito ali.

Faltava parte do cálculo. A base perdeu força.
O Judiciário concordou com as razões demonstradas pela empresa.

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SLIDE 5 — O DETALHE QUE CHAMA ATENÇÃO
O ponto não foi "ter um bom argumento".

Foi conferir o documento que sustentava a cobrança
antes de aceitar que a dívida era definitiva.

Um juiz tem, em média, milhares de processos
no acervo. Ele não vai conferir a cobrança por você.

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SLIDE 6 — DADO DE IMPACTO
Esse caso não é isolado.

Entre os casos de contencioso tributário judicial
mapeados nos últimos 3 anos, cobrar de um jeito
que a lei não permite — com erros ou nulidades
na própria certidão de dívida — é um dos motivos
recorrentes de execução fiscal derrubada.

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SLIDE 7 — O QUE REVISAR ANTES DE ACEITAR A COBRANÇA
1. Leia a certidão recebida na citação inteira
   — não só o valor no topo
2. Compare cada item com o que a lei exige:
   valor, forma de cálculo, origem, fundamento legal
3. Não pague nem parcele antes dessa conferência
   — parcelamento pode fechar a porta de discutir depois
4. Guarde essa conferência registrada — é a base
   de qualquer defesa futura

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SLIDE 8 — CTA + PROVOCAÇÃO
Quantas cobranças a sua empresa já aceitou
só porque vieram de um documento oficial —
sem nunca conferir se ele mesmo estava completo?

Tá com uma execução fiscal em mãos?
Não pague nem assine nada antes de conferir a certidão.

Comenta aqui que te explico como revisar isso no seu caso.

CAPTION:
A empresa não negou a dívida. Apontou um defeito na cobrança que ninguém tinha conferido.
O Judiciário cancelou.
Arrasta pra ver o caso completo. 👇
#contenciosotributário #execuçãofiscal #direitoempresarial
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## ROTEIRO REEL / VÍDEO CURTO (faceless, reaproveitável no TikTok)

Estrutura de timing (§25.9): 0–3s interrupção de padrão + gap aberto / 3–30s caso / 30–45s como venceu / 45–60s ponto que fica + CTA.

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[0–3s] GANCHO
ON-SCREEN: "Ela não negou a dívida. E venceu assim mesmo."
VOZ: "Essa empresa nunca disse que não devia. Nunca disse que já tinha pago. E mesmo assim, a cobrança caiu."

[3–10s] VIRADA
ON-SCREEN: "O defeito estava na própria cobrança."
VOZ: "O defeito não estava no valor. Estava no documento que sustentava a cobrança. Deixa eu te mostrar o que aconteceu."

[10–30s] O CASO
ON-SCREEN (troca frase por frase, sincronizado com a voz):
"Julho de 2024 — Fisco executa a empresa"
"A empresa se defende — não pelo valor"
"Questiona a própria certidão da dívida"
"Novembro de 2025 — TRF2 julga a favor da empresa"
VOZ: "Em julho de 2024, o Fisco executou essa empresa. Ela se defendeu — mas não discutiu o valor. Questionou o documento que prova que a dívida existe: a Certidão de Dívida Ativa. Em novembro de 2025, o TRF2 julgou a favor da empresa."

[30–45s] COMO A EMPRESA VENCEU
ON-SCREEN: "Faltava parte do cálculo na certidão"
VOZ: "A lei exige que esse documento mostre o valor, como os juros e a multa foram calculados, e de onde vem o débito. Faltava parte disso. Sem isso, o documento perde força — e a cobrança não pode seguir naquela base."

[45–55s] O PONTO QUE FICA
ON-SCREEN: "Você já conferiu a certidão que recebeu?"
VOZ: "O ponto que fica: um juiz tem, em média, milhares de processos no acervo. Ele não vai conferir a cobrança por você. Alguém precisa estar checando antes de a dívida virar definitiva."

[55–60s] CTA
ON-SCREEN: "Recebeu execução fiscal? Comenta aqui."
VOZ: "Se você recebeu uma execução fiscal parecida, comenta aqui que te explico o próximo passo."

LEGENDA:
A empresa não negou a dívida. Apontou um defeito na cobrança que ninguém tinha conferido.
O Judiciário cancelou.
#contenciosotributário #execuçãofiscal #direitoempresarial
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**Adaptação TikTok:** mesmo roteiro, sem alterar o conteúdo — só cortes mais rápidos entre frases (a cada 2–3s); o mesmo áudio gravado uma vez serve às duas plataformas.

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## Checklist aplicada (mesma do post LinkedIn, adaptada à camada visual)

- Gancho revela o resultado rápido (padrão do carrossel/reel, diferente do corte de "ver mais" do LinkedIn) mas sustenta o "porquê" até o slide 3/4
- "Judiciário"/"TRF2"/"juiz", nunca "Justiça" genérica
- CDA e Súmula 393/STJ traduzidos funcionalmente nas próprias telas; "embargos" evitado nos textos de tela/legenda sem espaço pra tradução (trocado por "a empresa se defende") — só usado na voz do reel, onde cabe a tradução na mesma frase
- Documento decisivo nomeado com especificidade, sem contraste documento-vs-advogado (Slide 5/45–55s: "alguém precisa estar checando antes", não "não precisa de advogado")
- Protocolo com 4 ações específicas e nomeadas
- CTA duplo: pergunta direta (slide 8) + convite a comentar
