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pilar: trabalhista
subtema: doenca_ocupacional_nexo_causal
tribunal: TRT3
vara: 1ª Vara do Trabalho de Varginha — MG
processo: "0010898-83.2024.5.03.0079"
classe: Ação Trabalhista — Rito Sumaríssimo
data_ajuizamento: 2024-07-26
data_transitojulgado: 2024-12-10
data_definitivo: 2024-12-17
duracao: menos de 5 meses
resultado: Improcedência total
quem_atacou: funcionário individual — doença ocupacional
formatos_gerados: [linkedin, reel_tiktok, carrossel]
data_geracao: 2026-07-02
versao: 2 (LinkedIn aprovado pelo Cristiano, CTA melhorado, 06/07/2026)
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# Caso 010 — Doença Ocupacional, Nexo Causal Não Estabelecido | TRT3 Varginha

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## Tetris (Sistema de Difusão §26.9)

| Decisão | Escolha |
|---|---|
| Território | Trabalhista — contencioso individual |
| Causa (mecanismo não óbvio) | A lei exige duas provas separadas: que a doença existe, E que o trabalho causou essa doença — sem nexo causal via perícia, não há responsabilidade |
| Editoria | 01 — O Sistema É Comigo (CNPJ / engenharia do caso) |
| Pilar | Momento certo de agir (timing — decisão em menos de 5 meses) |
| Modo de Prova | Engenharia do Caso (caso real, mérito verificado via DataJud) |
| Formato | LinkedIn / Reel-TikTok / Carrossel Instagram (waterfall do mesmo caso) |

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## 6 Elementos Obrigatórios

| # | Elemento | Detalhe |
|---|---|---|
| ❶ | Quem atacou | Funcionário individual — ação trabalhista alegando doença ocupacional, pedindo indenização e estabilidade |
| ❷ | Número do processo | 0010898-83.2024.5.03.0079 |
| ❸ | Duração | Ajuizado 26/07/2024 → Definitivo 17/12/2024 → **menos de 5 meses** |
| ❹ | Base documental | Exames periódicos de saúde documentados por CPF desde o início do contrato — histórico real de saúde de cada pessoa com evolução ao longo do tempo |
| ❺ | Base legal | Nexo causal — a lei exige duas provas separadas: a doença existe, E que o trabalho causou essa doença específica; sem nexo, não há responsabilidade mesmo que a doença seja real |
| ❻ | Conduta da empresa | Manter exames periódicos de saúde de cada funcionário documentados desde o início do contrato, organizados por CPF, com evolução ao longo do tempo — histórico acessível pela perícia |

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## Formato 1 — LinkedIn ✅ APROVADO (versão Cristiano, 06/07/2026)

O funcionário estava doente. A perícia confirmou.
A empresa saiu sem pagar nada — em menos de 5 meses.
O que existia na empresa que o advogado do funcionário não esperava encontrar.

Um ex-funcionário ajuizou ação na 1ª Vara do Trabalho de Varginha, em Minas Gerais, alegando que o trabalho havia causado uma doença. Pedia indenização por danos morais e materiais — e estabilidade no emprego.

Quem entrou com o processo foi o funcionário, em julho de 2024.

O caso tramitou pelo rito mais rápido da Justiça do Trabalho, reservado para causas de menor valor. Encerrou definitivamente em dezembro de 2024.

Processo 0010898-83.2024.5.03.0079 — TRT3, Minas Gerais. Ajuizamento à decisão definitiva: menos de 5 meses.

Para a empresa responder por doença ocupacional, o Judiciário exige duas provas separadas — e as duas precisam estar juntas. A primeira: que a doença existe. O funcionário comprovou. A segunda: que o trabalho causou ou agravou essa doença específica. Sem essa ligação técnica — chamada nexo causal — a empresa não responde. Mesmo que o funcionário esteja doente de fato.

A perícia médica examinou. Não encontrou essa ligação.

O que tornou a perícia possível não foi o que a empresa fez depois que o processo foi aberto.
Foi o que ela tinha feito antes.

A empresa mantinha exames periódicos de saúde de cada funcionário documentados desde o início do contrato — não como protocolo de RH, mas como histórico real de saúde de cada pessoa, por CPF, com evolução ao longo do tempo.

Com esse histórico, o perito conseguiu reconstituir o quadro de saúde do funcionário antes, durante e ao encerramento do contrato. A ligação entre a doença e o trabalho não apareceu porque havia referência para comparar.

Sem esse histórico, a perícia não tem de onde partir. Sem referência, não é possível afirmar que a doença existia antes nem que o trabalho não piorou o quadro. A empresa fica sem defesa técnica — independente de ter qualquer culpa real.

O protocolo que esse caso exige de toda empresa com funcionários CLT:

→ Exame admissional por CPF, arquivado individualmente — não por lote ou data de contratação
→ Exames periódicos na frequência definida pelo PCMSO (o programa obrigatório de controle de saúde no trabalho, por função e nível de risco de cada cargo)
→ Histórico acessível por funcionário, não por período — o perito precisa da evolução de saúde de uma pessoa ao longo do tempo, não de uma planilha de datas
→ Laudo do médico coordenador do PCMSO atualizado a cada ciclo
→ Exame demissional com registro explícito do estado de saúde na data do desligamento

A diferença entre fazer os exames e manter o histórico consultável por pessoa foi o que separou essa empresa de uma condenação.

Siga este perfil. Cada post aqui é uma decisão real — número de processo, tribunal, documento, fundamento.
Se você quer saber se a sua empresa teria essa defesa numa perícia assim, é exatamente isso que o diagnóstico da SAVE apura.

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## Formato 2 — Roteiro Reel/TikTok (60 segundos) ✅ CTA aprovado (06/07/2026)

**[0–3s — HOOK | câmera no rosto, direto]**
> "O funcionário estava doente. A perícia confirmou. A empresa saiu sem pagar nada."

*Texto na tela:* **A PERÍCIA DEU RAZÃO AO FUNCIONÁRIO. E A EMPRESA AINDA GANHOU.**

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**[3–18s — SETUP | continua na câmera]**
> "1ª Vara do Trabalho de Varginha. Julho de 2024. Funcionário entrou com processo pedindo indenização e estabilidade, alegando que o trabalho causou uma doença. Encerrado definitivamente em dezembro de 2024. Menos de 5 meses."

*Texto na tela:* **0010898-83.2024.5.03.0079 — TRT3**

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**[18–38s — VIRADA | pausa antes de falar]**
> "O Judiciário exige duas provas separadas para a empresa responder por doença ocupacional. Primeira: que a doença existe. O funcionário provou. Segunda: que o trabalho causou essa doença. A perícia não encontrou essa ligação. Sem a segunda prova, a empresa não responde — mesmo que o funcionário esteja doente de fato."

*Texto na tela:* **DOENÇA EXISTE ≠ TRABALHO CAUSOU**

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**[38–52s — REVELAÇÃO | pausa antes de falar]**
> "O que tornou isso possível não foi o que a empresa fez depois que o processo abriu. Foi o que ela tinha feito antes. Exames periódicos de saúde de cada funcionário, por CPF, documentados desde o primeiro dia de contrato. O perito teve histórico real para comparar. Sem histórico, a empresa não teria essa defesa — com culpa ou sem culpa."

*Texto na tela:* **HISTÓRICO POR CPF, NÃO POR LOTE**

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**[52–60s — CTA | olha direto para a câmera]**
> "Esse histórico precisa existir antes do processo. Não depois. Montar o protocolo que protege a sua empresa de situações como essa — é exatamente o que a SAVE entrega pra você. Diagnóstico, link na bio."

*Texto na tela:* **A SAVE MONTA. VOCÊ SE PROTEGE.**

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## Formato 3 — Carrossel Instagram (9 slides) ✅ CTA Slide 9 aprovado (06/07/2026)

**SLIDE 1 — HOOK**
> Funcionário estava doente. Perícia confirmou.
> Empresa saiu sem pagar nada. Em menos de 5 meses.
> *[o que existia lá que fez a diferença? →]*

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**SLIDE 2 — ❶ QUEM ATACOU**
> Um funcionário individual — reclamação trabalhista alegando **doença ocupacional**, pedindo indenização por danos morais e materiais e estabilidade no emprego.
> A alegação: a doença teria relação direta com a função exercida na empresa.

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**SLIDE 3 — A DISTINÇÃO QUE DECIDE TUDO**
> Doença não é a mesma coisa que doença ocupacional.
> O Judiciário exige **duas provas separadas:** que a doença existe, e que o trabalho causou ou agravou ela.
> A segunda é técnica — feita por perícia médica.

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**SLIDE 4 — ❺ BASE LEGAL**
> Só quando a perícia demonstra o **nexo causal** — a ligação técnica entre o trabalho e a doença — é que a empresa responde.
> Sem esse nexo, é um problema de saúde do funcionário. Não da relação de trabalho.

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**SLIDE 5 — ❻ CONDUTA DA EMPRESA** *(slide âncora)*
> A empresa tinha os **exames periódicos de saúde** de cada funcionário documentados desde o início do contrato.
> Por CPF. Com evolução ao longo do tempo.
> O perito conseguiu reconstituir o histórico de saúde antes, durante e ao encerramento do contrato. A ligação não apareceu porque havia referência para comparar.

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**SLIDE 6 — ❷ PROCESSO | ❸ DURAÇÃO**
> Processo: 0010898-83.2024.5.03.0079
> 1ª Vara do Trabalho de Varginha — TRT3, Minas Gerais
> Ajuizado em julho de 2024 → Decisão definitiva em dezembro de 2024
> **Menos de 5 meses.**

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**SLIDE 7 — ⚖ RESULTADO**
> A perícia não encontrou nexo causal entre o trabalho e a doença.
> Pedido de indenização e estabilidade julgado improcedente.
> **Decisão definitiva, sem recurso pendente.**

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**SLIDE 8 — ⚠ E NA SUA EMPRESA?**
> Sem histórico individual de saúde por funcionário, um perito não tem de onde partir.
> Sem referência, não dá pra afirmar que a doença existia antes nem que o trabalho não piorou.
> **A empresa fica sem defesa técnica — com culpa ou sem culpa.**

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**SLIDE 9 — CTA**
> Esse histórico precisa existir antes do processo. Não depois.
> Montar o protocolo que protege a sua empresa de situações como essa — é exatamente o que a SAVE entrega pra você.
> **Diagnóstico, link na bio. | @cristiano.vasconcelos**

*Visual de suporte:* **A SAVE MONTA. VOCÊ SE PROTEGE.**
