Terceirização e responsabilidade Terceirizou a limpeza do hospital, mas uma porta de emergência sem sinalização causou um acidente — e as duas empresas perderam. Insalubridade máxima, acidente de trabalho e assédio moral. Três acusações. Um só processo. Ela recolhia lixo hospitalar e higienizava banheiros de grande circulação, cobrando o adicional de insalubridade em grau máximo (valor extra pago quando o trabalho expõe o funcionário a risco alto à saúde), além de indenização por acidente e por assédio moral. E foi esse processo que decidiu quem responde por isso. → Porta de emergência sem sinalização causou acidente → Assédio moral reconhecido no ambiente de trabalho Quem contrata uma empresa para prestar serviço dentro do próprio espaço não se livra do dever de fiscalizar o cumprimento das obrigações trabalhistas — e responde pelo que a prestadora deixar de pagar. Terceirizar a limpeza não terceiriza a responsabilidade. O Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT19) negou provimento aos recursos das duas empresas: o adicional de insalubridade em grau máximo, as indenizações por acidente e por assédio moral e a responsabilidade subsidiária do hospital continuam valendo. Processo: 0001298-91.2025.5.19.0003 Terceirizar dentro do próprio espaço sem fiscalizar a segurança é um risco que cai de volta pra quem contratou — vejo isso com frequência. Se você terceiriza serviços dentro do seu espaço, a responsabilidade pode ser sua também. Quer saber se sua empresa está exposta nesse tipo de risco? Envie uma mensagem no direct. Você foca no negócio. O sistema é comigo. #direitotrabalhista #empregador #TRT #TST